AUG\ RESP\ E BEN\ LOJA SIMBÓLICA
"ESTRELA DA LAPA Nº 7"

TUBAL-CAIM E SEU SIGNIFICADO PARA A MAÇONARIA

 
pelo Ven.Irmão Fabio Codignoli
A.`.R.`.L.`.S.`. Guatimozin No 66
Grande Loja do Estado de Sao Paulo.


 

Tubal Caim 

1 Índice

2 Eu sou Tubal-Caim

3 Gênesis IV

4 Isaias 54

5 Livro de Jasher II

6 Brasil uma palavra muito curiosa

6.1 A antigüidade do conhecimento do Brasil [8.]

6.2 O ferro descoberto no oriente e sua busca no ocidente

6.3 História da raça celta-irlandesa

6.4 Os fomorianos invadem a Europa

6.5 Os Tuatha Daoine expulsam os Fomorianos

6.6 HY-BRASIL ou O. BRASIL: O último reduto dos Fomorianos.

6.7 AN DOMHAIN e HY-BRAZIL

6.8 O conhecimento mais moderno do brasil

7 Antiga canção Inglesa - O velho Tubal-Caim

8 Estória de Tubal-Caim

9 A Lenda de Tubal-Caim e Hiram

10 A Arte de Tubal Caim Arquitetura e Metalurgia

11 A Lenda de Hiram Abiff

11.1 Tradição maçônica

11.2 O Registro da Bíblia

11.3 A Conexão egípcia.

11.4 A lenda de Isis e Osíris

12 Analise das lendas

12.1 Comparação das Lendas de Tubal-Caim, Hiram Abiff e Osiris

12.2 Conclusões das Autoridades maçônicas

13 Balcans

14 Vulcan na maçonaria

15 Ogun

15.1 Ogun dá aos homens o segredo do ferro

16 Govannon

17 Tyr, O Deus da Guerra.

18 A Fundação das Artes

18.1 Os dois Pilares

19 Tubal Caim na obra de Dante aliguieri e o inferno

20 Espada de São Jorge; Espada de Ogum, Wootz

20.1.1 A extinção dos dinossauros

21 Conclusões

22 Bibliografia

2 Eu sou Tubal-Caim

Eu sou Tubal Caim, filho de Lamech e Zillah, irmão de Jabal, Jubal, e Naamah. Nós fundamos o começo de todas as ciências no mundo.

Jabal, meu irmão, a ciência da geometria, e o primeiro a construir casas de pedra e madeira.

Jubal, meu irmão, a ciência da música, canções cantadas, música da harpa e órgão, e a composição.

Naamah, minha irmã, fundou a arte e a ciência de tecer.

E eu fundei a arte e ciência da forjaria do ouro, prata, cobre, ferro e do aço.

Eu excedi todos os homens na força e era um guerreiro.

Eu também era conhecido como crisor (NOTA 1) e trabalhador do fogo.

Meu nome significa maçons trabalhando em busca da verdade.

NOTA 1

Crisor: Mitologia Chinesa - Uma das divindades dos antigos povos orientais, identificada como Vulcano.

Vulcano: Mitologia Greco-Romana - Hefasto dos gregos, deus dos vulcões, do fogo, das indústrias, das artes metalúrgicas e de todas as matérias fusíveis, filho de Júpiter e de Juno.

Ogum: Mitologia africana - criador das artes da forja pelos povos africanos, vivia na cidade de Irê (homofônico de Irã), lugar não definido na África, mas, pode-se deduzir que pelas lendas africanas também tem as suas origens na Suméria.

Nuada (Irlanda) / Goibniu (Irlanda) / Gofannon / Govannon ou Gofannon (galês); - Mitologia Celta - O nome é bretão; e significa "ferreiro". Este deus é o Vulcano das tribos celtas insulares; fornece armas aos membros do clã e aos aliados. Consideram-no, na Irlanda, arquitetos das altas torres redondas e das primeiras igrejas cristãs. Tinha ainda o epíteto de «mão de prata».

Apocalipse XXI, 20, "o quinto, de sardônica; o sexto, de sárdio; o sétimo, de crisólito; o oitavo, de berilo; o nono, de topázio; o décimo, de crisópraso; o undécimo, de jacinto; o duodécimo, de ametista".

Crisólito = (Fe, Mg)2SiO4; - topázio.

Ilustração 1 - Crisópraso

Crisópraso = SiO2; variedade de quartzo. O verdadeiro crisópraso às vezes é achado na antiga joalheria egípcia fixado alternadamente com pedaços de lápis-lazúli.

Outro nome é plasma (mencionado em Kim do Ir.’. Rudyard Kipling). Este nome vem do grego "plasma" algo moldado.

Este cristal era laminado / fatiado em placas através golpes de um machete semicircular o ‘crisor’ o que etnologicamente representa hoje, o cinzel ou cutelo – (cutelaria) que é um pequeno machado utilizado pelos antigos mestres maçons.

TUBAL CAIM, FORJADOR DE INSTRUMENTOS METALICOS DE CORTE: Um símbolo do despertar do intelecto com seus poderes incisivos de análise e discriminação.

FERRO COBRE e o BRONZE: Simbolismo da mentalidade, o plano mental; comparáveis aquilo o que é firme e duradouro. Cobre significa bondade natural; ferro, a verdade natural.

Gênesis IV, 22. Zillah também teve um filho, Tubal-Caim, fabricante de todo instrumento cortante de cobre e de ferro; e a irmã de Tubal-Caim foi Naamah.

INSTRUMENTOS CORTANTES DE COBRE E FERRO: - Simbolismo dos poderes incisivos intelectuais de análise e discriminação.

Incisivo = penetrante, direto e decisivo. Sinônimo = contundente.

METAIS: -Símbolos de qualidades superiores e inferiores; tais como:

Ouro: sabedoria; Prata: intelecto superior; Ferro: intelecto inferior; Bronze ou latão: o intelecto.

A verdade figurativa dos metais; ouro e prata representam aqueles que são mais preciosos e espirituais; Bronze e ferro representam aqueles de uma classe inferior ligada com o mundo material.

FORJADORES, FERREIROS, OU TRABALHADORES NO METAL: Simbolismo de qualidades intelectuais disciplinadas pelo Espírito, e dirigidas e energizadas pela percepção espiritual. (Fogo) e (Ar).

 

3 Gênesis IV

1. Conheceu Adão a Eva, sua mulher; ela concebeu e, tendo dado à luz a Caim, disse: consegui do Senhor um varão.

2. Tornou a dar à luz a um filho-a seu irmão Abel. Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra.

3. Ao cabo de dias trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao Senhor.

4. Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura. Ora, atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta,

5. Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. Pelo que se irou Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante.

6. Então o Senhor perguntou a Caim: Por que te iraste? E por que está descaído o teu semblante?

7. Porventura se procederes bem, não se há de levantar o teu semblante? E se não procederes bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo; mas sobre ele tu deves dominar.

8. Falou Caim com o seu irmão Abel. E, estando eles no campo, Caim se levantou contra o seu irmão Abel, e o matou.

9. Perguntou, pois, o Senhor a Caim: Onde está Abel, teu irmão? Respondeu ele: Não sei; sou eu o guarda do meu irmão?

10. E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue de teu irmão está clamando a mim desde a terra.

11. Agora maldito és tu desde a terra, que abriu a sua boca para da tua mão receber o sangue de teu irmão.

12. Quando lavrares a terra, não te dará mais a sua força; fugitivo e vagabundo serás na terra.

13. Então disse Caim ao Senhor: É maior a minha punição do que a que eu possa suportar.

14. Eis que hoje me lanças da face da terra; também da tua presença ficarei escondido; serei fugitivo e vagabundo na terra; e qualquer que me encontrar matar-me-á.

15. O Senhor, porém, lhe disse: Portanto quem matar a Caim, sete vezes sobre ele cairá à vingança. E pôs o Senhor um sinal em Caim, para que não o ferisse quem quer que o encontre.

16. Então saiu Caim da presença do Senhor, e habitou na terra de Node, ao oriente do Éden.

17. Conheceu Caim a sua mulher, a qual concebeu, e deu à luz a Enoque. Caim edificou uma cidade, e lhe deu o nome do filho, Enoque.

18. A Enoque nasceu Irade, e Irade gerou a Meujael, e Meujael gerou a Metusael, e Metusael gerou a Lameque.

19. Lameque tomou para si duas mulheres: o nome duma era Ada, e o nome da outra Zila.

20. E Ada deu à luz a Jabal; este foi o pai dos que habitam em tendas e possuem gado.

21. O nome do seu irmão era Jubal; este foi o pai de todos os que tocam harpa e flauta.

22. A Zila também nasceu um filho, Tubal-Caim, fabricante de todo instrumento cortante de cobre e de ferro; e a irmã de Tubal-Caim foi Naamá.

23. Disse Lameque a suas mulheres: Ada e Zila ouviram a minha voz; escutai, mulheres de Lameque, as minhas palavras; pois matei um homem por me ferir, e um mancebo por me pisar.

24. Se Caim há de ser vingado sete vezes, com certeza Lameque o será setenta e sete vezes.

25. Tornou Adão a conhecer sua mulher, e ela deu à luz um filho, a quem pôs o nome de Sete; porque, disse ela, Deus me deu outro filho em lugar de Abel; porquanto Caim o matou.

26. A Sete também nasceu um filho, a quem pôs o nome de Enos. Foi nesse tempo, que os homens começaram a invocar o nome do Senhor.

NOTA 2

O texto bíblico, nos versículos 22 e 23, não fazem referencia ao fato ou ligação de Tubal-Caim ou de Lameque com a morte de Caim, há um "salto" e perde-se a historia da vida de Lameque e de Tubal-Caim. Esta estória é relatada no livro de Jasher, o qual foi expurgado da bíblia por conter vários relatos que não interessavam a classe mandante na época e motivos outro. Segue-se à tradução mais correta que pude fazer do texto original.

4 Isaias 54

Eis que eu criei o ferreiro, que assopra o fogo de brasas, e que produz a ferramenta para a sua obra; também criei o assolador, para destruir.

Não prosperará nenhuma arma forjada contra ti; e toda língua que se levantar contra ti em juízo, tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor, e a sua justificação que de mim procede, diz o Senhor.

NOTA 3

Na Bíblia, o ferreiro e forjador são tratados como uma profissão criada e instruída por Deus, podendo ser até considerada dádiva divina aos seres humanos.

5 Livro de Jasher II

[ver NOTA 4]

1. E estava no trigésimo centésimo ano da vida de Adão na terra, quando soube que Eva a sua esposa, ela concebera novamente e deu a luz a um filho na sua semelhança e na sua imagem, assim, ela chamou-o pelo nome de Seth, dizendo, Porque Deus me deu outra semente no lugar de Abel, que foi morto por Caim.

2. E Seth viveu cento e cinco anos, e ele teve um filho; e Seth chamou o nome do seu filho Enosh, dizendo, Porque naquele tempo os filhos dos homens começaram a multiplicar-se, e afligir as sua almas e corações transgredindo e se rebelando contra Deus.

3. E estava pelos dias de Enosh que os filhos dos homens continuaram se rebelando e transgredir contra Deus, aumentar a raiva do Deus contra os filhos dos homens.

4. E os filhos dos homens foram e serviram outros deuses, e eles esqueceram do Deus que os tinha criado na terra: e por esses dias os filhos dos homens fizeram imagens de metal e ferro, madeira e pedra, e eles se abaixaram e curvaram e os serviram.

5. E todo homem fez o seu deus e eles se curvaram diante deles, e os filhos dos homens abandonaram o Deus em todos os dias de Enosh e as suas crianças; e foi ateada a raiva do Deus por causa dos seus trabalhos e abominações que fizeram na terra.

6. E o Deus fez as águas do rio Gihon os subjugar, e ele destruiu e os consumiu, e ele destruiu a terceira parte da terra, e assim, todavia, os filhos dos homens não desviavam dos seus maléficos modos, e as suas mãos ainda estendidas ao demônio às vistas de Deus.

7. E por esses dias lá estavam semeando, mas não estavam colhendo na terra; e não havia nenhuma comida para os filhos dos homens e a escassez era muito grande por esses dias.

8. E a semente que eles semearam por esses dias no chão se tornou espinhos, cardos e roseiras bravas; como nos dias de Adão era esta resposta relativa a terra, da maldição de Deus, pois ele amaldiçoou a terra, por causa do pecado que Adão pecou antes do Deus.

9. E era quando os homens continuaram se rebelando e transgredindo contra Deus, e corrompendo os seus modos, a terra também ficou corrupta.

10. E Enosh viveu noventa anos e ele teve Caiman;

11. E Caiman cresceu e ele tinha quarenta anos, e ele ficou sábio e teve conhecimento e habilidade em toda a sabedoria, e ele reinou em cima de todos os filhos dos homens, e ele conduziu os filhos dos homens a sabedoria e conhecimento; para Caiman era um homem muito sábio e compreensão tida em toda a sabedoria, e com a sabedoria dele ele regeu sobre os espíritos e demônios;

12. E Caiman soube pela sabedoria dele que Deus destruiria os filhos dos homens para ter pecado em terra, e que o Deus irá aos dias posteriores trazer para eles as águas da inundação.

13. E nesses dias que Caiman escreveu em tabletes de pedra, o que ira acontecer futuramente, e ele os pôs nos seus tesouros.

14. E Caiman reinou sobre a terra inteira, e ele transformou alguns dos filhos dos homens ao serviço de Deus.

15. E quando Caiman tinha setenta anos, ele teve três filhos e duas filhas.

16. E estes são os nomes das crianças de Caiman; o nome do primeiro nascido Mahlallel, o segundo Enan, e o terceiro Mered, e as suas irmãs eram Adah e Zillah; estas são as cinco crianças que nasceram de Caiman.

17. E Lamech, o filho de Methusael, foi aparentado a Caiman através do matrimônio, e ele levou as suas duas filhas como suas esposas, e Adah concebeu e da a luz a um filho a Lamech, e ele foi chamado pelo nome de Jabal.

18. E ela concebeu novamente e da a luz a um filho, e chamou o de Jubal; e Zillah, a sua irmã, era estéril por esses dias não teve nenhuma descendência.

19. Por esses dias em que os filhos dos homens começaram a infringir contra Deus, e transgredir as ordens que ele tinha comandado a Adão, ser frutífero e multiplicar na terra.

20. E alguns dos filhos dos homens fizeram as suas esposas beberem uma bebida que as faria estéril, para que eles pudessem reter as suas figuras e por meio do qual permaneceriam com sua bela aparência sem a desmaecer.

21. E quando os filhos dos homens fizeram algumas das suas esposas beberem, Zillah bebeu com eles.

22. E as mulheres grávidas se apareceram abomináveis como viúvas à vista dos seus maridos, e os seus maridos ainda viveram, no estéril deserto onde somente eles sobreviviam.

23. E no fim dos seus dias e anos, quando Zillah ficou velha, Deus abriu o seu útero.

24. E ela concebeu e deu a luz a um filho, e ela chamou-o pelo nome de Tubal-Caim, dizendo, Depois que fora eu murchada eu o obtive do Deus Todo-poderoso.

25. E ela concebeu novamente e deu a luz a uma filha, e ela chamou-a pelo nome de Naamah, porque ela disse, Depois que fora eu murchada eu obtive prazer e delícia.

26. E Lamech era velho e avançado em anos, e os seus olhos eram escuros de forma que ele não pudesse ver, e Tubal-Caim, o seu filho, o estava conduzindo e era um dia que Lamech entrou no campo e Tubal-Caim o seu filho estava com ele, e quando eles estavam entrando no campo, Caim o filho de Adão caminhou para eles; como Lamech era muito velho e não podia ver muito, e Tubal-Caim o seu filho era muito jovem.

27. E Tubal-Caim pediu ao o seu pai que puxasse o seu arco, e com as setas ele golpeou Caim que ainda estava distante e ele o matou, porque ele apareceu ser a eles um animal.

28. E as setas entraram no corpo de Caim embora ele estava distante deles, e ele caiu ao chão e morreu.

29. E o Deus equiparou o mal de Caim de acordo com a sua maldade o que ele tinha feito ao seu irmão Abel, conforme Deus havia dito.

30. E foram ao passo onde Caim tinha morrido, Lamech e Tubal foram ver o animal que eles tinham abatido, e eles viram, Caim o seu avô que estava morto sobre o chão.

31. E Lamech ficou muito afligido ao ter feito isto, e unindo as suas mãos ele golpeou o seu filho e o matou.

32. E as esposas de Lamech ouviram o que Lamech tinha feito, e elas tentaram matá-lo.

33. E as esposas de Lamech o odiaram daquele dia, porque ele matou Caim e Tubal-Caim, e as esposas de Lamech distanciaram-se dele, e não o animaram por esses dias.

34. E Lamech veio às sus esposas, e ele as forçou a escutá-lo sobre este assunto.

35. E ele disse a suas esposas Adah e Zillah, Ouçam minha voz Ó esposas de Lamech, prestem atenção em minhas palavras, pois agora vocês imaginam e dizem que eu matei um homem com minhas setas, e uma criança com meu cajado por eles não terem feito nenhuma violência, mas seguramente sabem que eu sou velho e de cabelos brancos, e que meus olhos são pesados pela idade, e eu fiz esta coisa inconscientemente.

36. E as esposas de Lamech o escutaram sobre este assunto, e elas voltaram para ele com o conselho do seu pai Adão, mas elas não deram mais nenhuma criança a ele naqueles tempos, sabendo que a raiva de Deus estava aumentando por esses dias contra os filhos dos homens, os destruirá com as águas da inundação pelas suas más ações.

37. E Mahlallel o filho de Caiman viveu sessenta cinco anos e ele teve Jared; e Jared viveu sessenta e dois anos e ele teve Enoch.

NOTA 4

[Translated to Portuguese by Codignoli, Fabio, from "Book of Jasher Referred to in Joshua and Second Samuel". Faithfully translated (1840) from the Original Hebrew into English. A Reprint of Photo Lithographic Reprint of Exact Edition Published by J.H. Parry & Co, Salt Lake City: 1887].

NOTA 5

O Livro de Adão (II. 13) diz que Lamech estava armado com um arco e setas grandes, e uma funda e pedras. Uma seta perfurou um lado de Caim, e uma pedra da funda de Lamech batida entre seus olhos. Lamech golpeou o jovem sobre que o conduzia acidentalmente, mas depois ele esmagou a cabeça dele com uma pedra. Há muitas versões da história em árabe, etiopino, e hebreu, mas todos eles concordam em detalhes essenciais. De acordo com o Livro da Abelha (XVIII), a bigorna, martelo, pinças, esquadro e o compasso foram inventados por Tubal-Caim e Jubal que também construíram instrumentos musicais, harpas e flautas; diziam os povos que demônios viviam nas flautas e faziam soá-las.

6 Brasil uma palavra muito curiosa

Não há nenhum país no mundo que é mais associado com o ferro do que o Brasil. Brasil contém alguns dos depósitos de ferro mais ricos e mais extensos do mundo. A relação, estranha e misteriosa, entre as palavras ferro e Brasil foram observadas em vários estudos, por varias gerações.

Há a possibilidade de que a palavra "Brasil" seja mais velha que a Suméria e que os anciões conheciam esta Ilha de Ferro. Esta possibilidade é ilustrada nos achados arqueológicos que podem ser escavados nas palavras escritas.

A conexão entre a palavra ferro e a palavra Brasil não é provada, mas permanece como uma possibilidade intrigante.

6.1 A antigüidade do conhecimento do Brasil [8.]

Diodoro de Sicília (90-21 a.C.), 45 anos antes da era cristã, escreveu grande número de livros sobre os diversos povos do mundo; em seus escritos, designa claramente a América com o nome de ilha, porque ignorava a sua extensão e configuração. Essa expressão de ilha é muitas vezes empregada por escritores da antigüidade para designarem um território qualquer. Assim vimos que Sileno chama ilhas a Europa, Ásia e África. Na narração de Diodoro, não é possível o engano quando descreve a ilha de que falamos: ‘Está distante da Líbia (ou seja, da África) muitos dias de navegação, e situada ao ocidente. Seu solo é fértil, de grande beleza e regado de rios navegáveis. Esta circunstância de rios navegáveis não se pode aplicar senão a um continente, pois nenhuma ilha do oceano tem rios navegáveis.

Diodoro continua dizendo: ‘Ali se vêem casas suntuosamente construídas; ’ ora, sabemos que a América possui belos edifícios em ruínas e da mais alta antigüidade. ‘A região montanhosa é coberta de arvoredos espessos e de árvores frutíferas de toda espécie. A caça fornece aos habitantes números de vários animais; enfim, o ar é de tal modo temperado que as frutas das árvores e outros produtos ali brotam em abundância durante quase todo o ano.’Esta pintura do país e do clima por Diodoro se refere de todo o ponto à América equatorial. Este historiador conta depois como os Fenícios descobriram aquela região:

‘Os Fenícios tinham-se feito à vela para explorarem o litoral situado além das Colunas de Hércules; e, enquanto costeavam a margem da Líbia, foram lançados por ventos violentos mui longe no oceano. Batidos pela tempestade por muitos dias abordaram enfim na ilha de que falamos. Tendo conhecimento da riqueza do solo, comunicaram sua descoberta a todo o mundo. Portanto os Tyrrhenios (outra tradução os chama de Tyrios, a mesma origem que a da cidade de Tiro do rei Hiram ou das tribos nômades Tiberenes), poderosos no mar, quiseram também mandar uma colônia; porém foram impedidos pelos Cartagineses, que receavam que um demasiado número de seus concidadãos, atraídos pelas belezas desta ilha, desertasse da praia. [8.]

Esta descrição, como vemos, coincide com os relatos do que ocorreu com a frota de Cabral 2500 anos depois, desviada pelas mesmas correntes até o continente do Brasil. Na descrição mais completa do texto do historiador romano vemos com exatidão a descrição do continente americano há dois mil anos atrás:

"No mais profundo da Líbia, há uma ilha de considerável tamanho que, situada como está no oceano, se acha há vários dias de viagem à oeste da Líbia. Seu solo é fértil, pois, ainda que montanhosa conta com uma grande planície. Percorrem-na rios navegáveis que se utilizam para a irrigação, e possuem muitas plantações de árvores de todos os tipos e jardins em abundância, atravessados por correntes de água doce. Também há mansões particulares de dispendiosa construção, e nos jardins construíram-se refeitórios entre as flores. Ali passam o tempo seus habitantes durante o verão, já que a terra proporciona em abundância tudo quanto contribui para a felicidade e o luxo. A parte montanhosa da ilha está coberta de densos matagais de grande extensão e de árvores frutíferas de todas as classes, e para convidar os homens a viverem entre as montanhas há grande número de acolhedores vales e fontes. Em poucas palavras, esta ilha está bem provida de poços de água doce que não só a convertem num deleite para quem ali reside senão também para a saúde e vigor de seu corpo. Há igualmente excelente caça de animais ferozes e selvagens de todo o tipo e os habitantes, com toda essa caça para as suas festas, não carecem de nenhum luxo nem extravagância. Pois o mar que banha as costas da ilha contém uma multidão de peixes, e o caráter do oceano é tal que tem em toda sua extensão peixes em abundância, de todas as classes. Falando em geral, o clima desta ilha é tão benigno que produz grande quantidade de frutos nas árvores e todos os demais frutos da estação durante a maior parte do ano, de modo que parece que a ilha, dada sua condição excepcional, é um lugar para uma raça divina, não humana". (observação em alertar para os povos ‘GIGANTES’ citados na Bíblia e os povos Formorianos das lendas célticas tem também uma conotação de similaridade entre si)

Na antigüidade, esta ilha não estava descoberta devido à sua distância do mundo habitado, mas foi descoberta mais tarde pela seguinte razão: os fenícios comerciaram desde muito tempo com toda a Líbia, e muitos o fizeram também com a parte ocidental da Europa. E como suas aventuras resultaram exatamente de acordo com suas esperanças, acumularam uma grande fortuna e planejaram viajar além das Colunas de Hércules, para o mar que os homens chamam Oceano. E, em primeiro lugar, à saída do Estreito, junto às Colunas, fundaram uma cidade nas costas da Europa, e como a terra formava uma península chamaram à cidade Gadeira (Cádiz). Nelas construíram muitas obras adequadas à natureza da região, entre as quais se destacava um rico templo de Hércules (Melkarth), e ofereceram magníficos sacrifícios que eram conduzidos segundo o ritual fenício.

Quanto ao porte dos navios para semelhantes viagens nesta época, as trirremes fenícias em nada deviam às caravelas de 25 séculos mais tarde. Seu comprimento podia atingir de 60 a 70 metros, comportando até 180 remadores e uma tripulação de 200 a 300 soldados. Pouco se comenta do esplendor das naus gregas ou romanas, mas não se pode negar que Erik, o Vermelho, e seu filho, Leif Erikson, seguiram estes antigos passos até mesmo no estilo de seus knerrir (transatlânticos) e knorr (navios menores que comportavam as colônias), no século X d.C., vencendo mares tão perigosos como os do Atlântico Norte para atingir a Vinland, na América.

Segundo Cândido Costa, em sua obra de 1900: "Num escrito de Aristóteles (De mirab. auscult, cap. 84) diz-se que foi o receio de ver os colonos sacudirem o jugo da metrópole cartaginesa e prejudicarem o comércio da mãe pátria que levou o senado de Cartago a decretar pena de morte contra quem tentasse navegar para esta ilha. Aristóteles descreve também uma região fértil, abundantemente regada e coberta de florestas, que fora descoberta pelos Cartagineses além do Atlântico".

6.2 O ferro descoberto no oriente e sua busca no ocidente

A palavra para ferro na maioria dos idiomas Semitas é BRZL (barzil ou barzel), mas não é uma palavra Semita. Um fato enigmático para o Sumeriologistas é que a palavra para ferro naquele idioma é PARZILLU ou BARZILLU.

Há muito tempo esta palavra foi levada para regiões ocidentais Atlânticas.

Nos municípios do centro da Inglaterra, "brazil" significa "pirita de ferro", e no idioma inglês, "hard as brazil" (duro como brasil), significa literalmente "duro como ferro". É curioso que conhecimento do irlandês arcaico fala de "Hy Brazil" (em várias ortografias), como uma outra palavra para "ultramarino ao oeste". E esta ligada às lendas de formação dos povos celtas e irlandeses.

6.3 História da raça celta-irlandesa

Nas lendas celtas acreditava-se que uma ilha fantasma Brâzil existia na costa suldoeste de Connacht na Irlanda ocidental. Foi assim chamada, por causa de Bres, o filho de Ériu cujo pai era Elatha um deus do mar dos Formorianos.

Por conseguinte, de acordo com Michael Dames "Bresil" era um reino mágico próximo às terras do norte, mas, também de acordo com M. Dames o "Brasil, da América do Sul, foi nomeado por causa disto". (Irlanda Mítica; Thames e Hudson; Londres; REINO UNIDO; 1992).

Aparentemente no início do século XX, as pessoas que falam o Gaelico nas Ilhas Aran da Baía de Galway disseram que o eles sabiam sobre a lenda da terra mítica do Brasil era que ela era visível à cada sete anos.

Para as gerações mais antigas das pessoas que vivem em Connacht (a província da qual Galway é o capital), o Brasil era conhecido como a Ilha do Bem-Viver, a Ilha da Verdade, da Alegria, de Mulheres belas e puras, e de Maçãs.

Outras antigas lendas Célticas também dizem que a ilha só se aparecia ao pôr-do-sol nas névoas do Atlântico e eles chamaram-na de: "A Santa Ilha sem tormentas"; onde todos os homens são bons e todas as mulheres puras e onde Deus se retira para uma recreação do resto de nós. (Summer of the Red Wolf; Niorris West; William Heinemann Ltd, REINO UNIDO, 1971).

Em um conto do século XVII recontado por Dames, o capitão John Nisbet da Cia Lisneskay Fermanagh, reivindicou ter atracado em uma ilha e achou gado, ovelhas, cavalos, coelhos pretos, e um forte. Nisbet bateu em vão na porta - mas não havia ninguém. Quando a noite veio ele se acomodou na praia com seus oito companheiros e acenderam o fogo.

Então um "estrondo ensurdecedor" aconteceu e eles fugiram para o barco.

Quando eles voltaram no dia seguinte, encontraram na costa uns velhos cavalheiros escoceses e seus criados, vestindo roupas antiquadas e falavam o "escocês arcaico". O velho homem declarou ter sido preso por lá por um mago e confirmou que aquela ilha realmente era "O Brazile".

Alguns também acreditam que o Brasil era uma ilha disputada em Rockall no Oceano Atlântico (uma pequena ilha com uns 30 metros de diâmetro e uns 20 metros de altura acima do nível do mar), ela foi anexada pelo REINO UNIDO em 1955 e é reivindicada como território irlandês, é considerada a última parte remanescente da terra perdida do Brasil.

Outra hipótese é que monge irlandês - São Brendan, tinha ido para uma terra que ele chamou de "Hy Brasil". A ilha de São Brendan ou Brasil de São Brendan era um dos nomes que poderiam ser vistos em mapas achados da idade média em torno do século IX. Esta ilha era um lugar mitológico: "Onde sinos soaram sobre o velho mar e a ilha parecia desaparecer toda vez no horizonte quando os marinheiros tentavam alcança-la".

(esta lenda tem sua lógica quando modelamos a teoria do deslocamento dos continentes e placas tectônicas, o deslocamento toma forma acelerada pela queda do grande meteorito)

De acordo com esta versão da lenda, Hy Brasil foi descoberto por São Brendan que deixou a Irlanda em 565 d.C. se São. Brendan visitou qualquer ilha, ele também pode ter achado a ilha de Rockall e a considerou parte da terra mítica do Brasil da qual ele teve conhecimento por ter sido mencionada em lendas irlandesas de uns 3000 anos atrás.

Bres, afinal de contas, era o filho de Eriu, a Deusa mítica que deu o seu nome para Eire (a Irlanda), o que indica que esta lenda era um das lendas irlandesas mais antigas.

A ilha Brasil era certamente bem conhecida durante os tempos medievais, quando os exploradores vindos da Europa, tinham a intenção de descobrir o que eles chamavam de "O Novo Mundo": No período de 1351 até próximo ao ano de 1731, o nome de Hy Brasil poderia ser achado na maioria dos mapas de navegação europeus, sempre mostrando como uma ilha no Oceano Atlântico.

De acordo com A Russell-Wood: Mapas do século XIV tinham a referência de Insule Sancti Brandani, como homenagem as viagens legendárias do monge irlandês do século VI à procura da "Santa Terra Prometida" que seriam registrados em prosa latina no século IX Navigatio Brendani.

Estas ilhas 'migraram' do norte da Europa para o oeste. Desde o inicio do século XIV, havia referências de uma ilha chamada Brasil não tão distante e a oeste da Irlanda.

O nome e ilha moveram para o oeste, sendo transformada em um continente e reconhecido como tal, por Duarte Pacheco Pereira no seu "Esmeraldo de situ orbis".

Já em 1325, a ilha mítica de Hy Brasil apareceu no Atlântico oeste distante da Irlanda em mapas, como também no famoso Atlas Catalão datado de 1375 e, subseqüentemente, em numerosos mapas durante os próximos 200 anos, inclusive o mapa de Waldseemuller das Ilhas britânicas, emitido em Strassburgo em 1513 e suas edições posteriores.

Isto também foi mostrado no mapa de Toscanelli datado em torno de 1457, era dito que este teria sido usado por Cristóvão Colombo na sua primeira viagem em 1492. Isto é altamente significante indicando que se o Brasil fosse conhecido por Colombo, então é quase certeza que também Pedro Alvares Cabral (1460-1526) o conhecia.

Para aumetar a confusão feita pelos primeiros exploradores alguns mapas dos primórdios, também mostravam a terra mítica do Brasil no meio do oceano e distante, no meio do caminho para Zipangu (Japão). Aparentemente o Brasil teria sido 'Avistado' tão freqüentemente pelos navegadores que aqueles primeiros cartógrafos eram relutantes em abandonar a possibilidade de sua existência. Na realidade, ele não foi finalmente removido dos mapas do Almirantado britânicos até os anos de1865.

Mas, como o pais chamado hoje de Brasil, foi assim chamado?

Uma teoria diz que o Brasil foi colonizado inicialmente por pessoas que vinham de Viana do Castelo (norte de Portugal), e que tiveram conhecimento das lendas Celtas na Galicia, eles teriam estado atentos ao continente perdido do Brasil.

E não só o Colombo, mas outros primeiros exploradors da Inglaterra conheciam sobre a terra perdida do Brasil. De acordo com A Ilha do Brasil, um conto contemporâneo escrito por William of Worcester (e publicado ao final do século XVIII) relebrou que, quando a notícia sobre "nova terra ao oeste" chegou em Bristol nos anos de 1470 foi presumido que era o Brasil.

Em 1480, um mercador de Bristol John Jay equipou aos grandes custos um navio de 80 ton para velejar para a ilha do Brasil, descrito freqüentemente como "um nome dado por contos europeus medievais a terra longinqua ao oeste da Irlanda". Levantando velas em julho de 1480 partindo de Bristol, o navio de Jay navegou para o oeste, pretendendo atravessar os mares "Mas a viagem terminou em fracasso".

As tripulações inglesas ainda tiveram que aprender os novos métodos de navegação astronômica inventada em Portugal e Espanha: por mar aberto ao invés da cabotagem que faziam para a Islandia e Groelandia

Nos mitos de Cornish e galêses, Bresal era um grande Rei que fez a sua casa no Outro-Mundo " que às vezes é chamado Hy - ou I-Breasal em sua honra". Assim como no mito irlandês, o mundo dele é visível somente uma noite a cada sete anos". Assim, está claro que os Celtas da Galicia, Cornwall, Gales, Irlanda e marinheiros da Inglaterra, todos eles conheciam a lenda da terra perdida do Brasil.

Seria então aceitável assumir que, quando os exploradors portugueses chegaram a América do Sul, eles erradamente pensaram que eles tinham atracado no mundo de Breasal e teriam nomeado a terra que eles descobriram de "Brasil " em sua honra?

Claro que, nós não sabemos se em 1500, Cabral soube sobre as lendas da terra perdida do Brasil dos celtas da Galicia quando ele reivindicou a terra do Brasil para a Coroa portuguesa. É interessante especular se o próprio Cabral era de origem Céltica.

Alguns escritores acreditam que a família de Cabral em Portugal era originalmente da Galicia, de uma das duas cidades com aquele nome, e que eles chegaram em Portugal, presume-se que antes da conquista islâmica da península ibérica.

Outra ligação são os registros a lenda irlandêsa de que o povo irlandes é descendente dos Milesianos, os quais com o seu rei Heber, e o Bardo Amergen, chegaram a Galícia ao redor de 1268 AC e conquistaram a Irlanda, como descrito por Robert Graves no seu clássico livro "A Deusa Branca" (1961, 1972 Farrar, Strauss e Giroux Nova Iorque, E.U.A.).

6.4 Os fomorianos invadem a Europa

A mitologia céltica nos relata que os gigantes marítimos Fomorianos, "agentes da escuridão e do mal", emergiram do oceano ocidental logo após o Dilúvio do Mundo. Eles vieram da "ilha flutuante" de An Domhain *e ocuparam o litoral das pequenas ilhas próximas da Escócia e da Irlanda. Seu reduto mais antigo foi a Ilha Torry (seguidores de Thor), distante no sentido noroeste da Ilha Esmeralda. Eram fisicamente mutantes e devoradores de carne humana. Dizem as lendas-se que eles atravessaram o Grande Oceano como criaturas marítimas em seus "rabos-de-peixe" (caiaques ou canoas?), quando vieram à praia. Segundo alguns estudiosos, eles teriam provavelmente partido das costas orientais da América do Norte, uma vez que a Corrente do Golfo cruza desde o Novo Mundo em direção nordeste até a Grã-Bretanha. Estas correntes são muito familiares aos habitantes das Highlands, na Escócia.

(* NOTA: foneticamente An Domhain tem similaridade com Adon-Hiram)

Apesar da extrema latitude norte, em torno de 57o, as Highlands experimentam as aquecidas correntes tropicais do golfo em sua costa, fazendo com que sua temperatura média seja significativamente superior a regiões em latitudes semelhantes, como a vizinha Edinburgh e a distante Moscou. Tiree, a ilha próxima da mística Iona, a sudoeste da Highland escocesa, localiza-se na latitude 57oN e apresenta temperatura média anual de 9oC, com mínima de 5oC em janeiro. Pouco mais para o ocidente e mais longe das correntes litorâneas, em Edinburgh, a temperatura média anual já cai para 8oC e a mínima para abaixo dos 3oC. Já em Moscou, a 55o N, a temperatura mínima anual ocorre em janeiro (-10oC), com uma média anual de 4oC. Estas mesmas correntes aquecidas poderiam, muito provavelmente, confirmar as notícias mitológicas da chegada do povo de An Domhain na Irlanda e Escócia. A penetração a partir de domínios setentrionais como a Islândia ou Groenlândia teria sido muito improvável uma vez que as correntes oceânicas e os ventos prevalecentes seriam contra o movimento do ocidente para o oriente no extremo norte.

6.5 Os Tuatha Daoine expulsam os Fomorianos

Segundo outras lendas célticas, a região atualmente conhecida como Irlanda, fora invadido pelos guerreiros-mágicos e o primeiro povo "humano" chamado de os Tuatha Daoine. Com suas armas de bronze superiores e sua magia para controlar o tempo, eles por duas vezes se opuseram aos Fomorianos e, sob seu deus-herói Lugh, dirigiram esses bárbaros de volta ao Atlântico, forçando-os a se retirarem para seus redutos ao norte, para os subterrâneos Irlandeses e as "colinas do vale" da velha terra natal. Infelizmente, os Tuatha Daoine foram forçados a essa mesma retirada por novos invasores: os Milesianos. Esses, apesar de não possuírem poderes mágicos, tinham a vantagem de afiadas armas de ferro. Eram celtas puros, ancestrais dos Gaélicos da Irlanda, Escócia, País de Gales e Cornwall.

Há a semelhança vocal e fonetica do nome Tu`Va-Kaoine em celta com TuVal-Kaim para o nosso Tubal-Caim, outro ponto de encontro entre as lendas é que também ocorre na era do bronze

Na última batalha, em Magh Mell, os exércitos terrestres e marítimos dos Fomorianos foram liderados por Breas, um raramente garboso fomoriano que havia sido eleito para o trono de Tuathan. Avarento e com um apadrinhamento endêmico na alta corte em Tara, acabou por desencadear a guerra!

6.6 HY-BRASIL ou O. BRASIL: O último reduto dos Fomorianos.

Como já esclarescido anteriormente, Hy-Brasil é a forma anglicanizada do gaélico Ard Bres-eilean, a alta ilha de Bres, o último retiro dos fomorianos de Breas. Não pode nos passar desapercebida a relação desta High Island de Bres (Hy-Brasil ou, como geralmente é escrito na língua inglesa, Hy-Brazil) com as Highlands na Escócia, estas últimas tendo seu clima aquecido graças às correntes tropicais provenientes da América. No período anglo-normando, o nome anglicanizado Hy-Brazil era representado nos mapas como Haut (alto) Brazil, a primeira palavra sendo pronunciada "ho"; daí alguns estudiosos atribuem a variante do antigo nome desta terra ocidental: O. Brazil.

Alguns atribuem a esta denominação uma referência à forma da Ilha do Brasil, enquanto outros imaginam o ‘O’ como uma abreviatura de "old" (antigo) ou "overcast" (enevoado). Assim como O precedeu Fu Sang (a Revelação do Regresso), servindo de abrigo aos budistas expulsos do Tibete, também O precedeu a palavra Brazil, último reduto de Breas e dos fomorianos. Como veremos, este regresso a Hy Brazil pode ser deduzido a partir das indicações que a pátria original dos fomorianos de Breas – An Domhain – se identificaria com Hy-Brazil. O Regresso, então, seria explicado.

6.7 AN DOMHAIN e HY-BRAZIL

An Domhain pode ser sinônimo de Hy-Brasil, uma vez que teve diversas denominações no gaélico:

Magh Muir,

"a Grande Planície do Oceano"

Magh Mell,

"a Planície de Prazer"

Tir-n-og,

"a Terra de Juventude"

Tir Tairnigri,

"a Terra Prometida"

Talvez Hy-Brazil nunca tenha sido verdadeiramente uma simples ilha. Suas características variavam no mito da tenebrosa terra Fomoriana conhecida como Dun Scaith, ("a Fortaleza de Sombras") para denominações mais aprazíveis como Tir na tSamhraidh ("a Terra de Verão"), Tir na mBeo ("a Terra de Vida Perpétua"), Hy-falga ("Alta Ilha Auk"), Magh da Cheo ("a Planície das Duas Neblinas") e a estranha denominação Tir fo Thuinn ("a Terra sob Ondas" ou "Abaixo do Horizonte"). Cada nome sugere características individuais dos domínios Fomorianos, mas essa foi, acima de tudo, "uma terra em que não há verdade segura, e onde não há nem idade nem decaimento, pena ou tristeza, nem inveja nem ciúme, ódio ou insolência". Infelizmente, era também um lugar de pouca ação, e homens invariavelmente cansados dos prazeres sensuais que a terra oferecia. Contava-se que nas terras mortas, que albergavam espíritos de pessoas desvirtuadas, estavam as raizes de An Domhain e este lugar de sombras não era procurado!

Os heróicos Milesianos teriam se dirigido a An Domhain pelo oceano, seja por aventura ("echtra") ou por uma expedição ("immrama"). A viagem aventuresca, considerada de cunho espiritual, era realizada por guerreiros procurando vingança ou por homens apaixonados que viam uma desejável mulher do outro mundo em seus sonhos. Expedições eram organizadas para ganhos mercenários. Às vezes, as viagens marítimas ocidentais tinham um duplo objetivo: quando Bres e seus seguidores foram afugentados, eles tiraram a Harpa Irlandesa do Norte, um símbolo da soberania irlandesa bem como um implemento mágico. Os Tuathans, sob seu patriarca, um deus-herói denominado Dagda (o pai adotivo de Lugh), seguiram-nos, invadiram Na Domhain e, com a ajuda de uma mulher residente (Mhorrigan) invadiram a ilha. Eles recuperaram a Harpa mas devastaram "reino submarino", levando consigo os "catorze Tesouros da Bretanha", todos objetos possuidores de elevados poderes mágicos. Como resultado, os Fomorianos foram opostos por suas próprias armas (incluindo o formidável Caldeirão das Profundezas) e não puderam mais invadir o mundo de homens.

Os mundos ocidentais foram a princípio governados por um patriarca conhecido como o Oolaithir, ou "Pai de Todos". Este deus imortal criou o mundo de oceano da "Fenda Primordial", e então colocou o controle sob os deuses mortais, os primeiros desta linha sendo Ler ou Lear, literalmente, "O Mar". Sua descendência e seus segundo regente foi Manann mac Ler, e um de seus descendentes foi Bres. Acreditava-se que cada um destes gigantes Fomorianos reencarnasse o espírito de todos seus ancestrais.

É interessante notar que os nórdicos também conheciam o Ginnugugap, ou o "Local do Início", e colocaram-no em seus antigos mapas marítimos, mostrando-o no longínqüo oceano ocidental, a oeste da Groenlândia. Alguns aborígenes canadenses têm indicados que a Terra Nova, no Canadá, foi o lugar de criação da palavra. Se for o caso, aquela ilha pode conferir com Hy-Breasil.

Existem outras possibilidades: alguns dos povos nativos dão à Ilha Grand Manan uma reputação parecida. Ora, Manann mac Ler foi comprovadamente o guardião e guardião para as Terras da Sombra. Além disso, os Abenakis dizem que existe um portão invisível ao mundo subterrâneo e para as Terras Mortas neste lugar. Há número de "High Islands" no lado ocidental do Atlântico. Existem duas ilhas chamadas "Isle Haute" na Baía de Fundy. Uma destas está próxima da costa de Maine, e foi lugar de primitivos assentamentos franceses; a outra está nos limites superiores de Fundy, a certa distância de Advocate Harbour, na Nova Scotia, na divisão da Baía nas bacias do Chignecto e Minas. Este lugar tem uma grande tradição ligada às trevas.

Os Romanos nomearam o oceano ao norte da costa de Oceanus Diu Caledonius Da Grã-bretanha, "O Oceano do Duplo Caledon", num reconhecimento à sua proeza marítima. As Caledônias Escocesas, tal como os marinheiros missionários irlandeses da antigüidade, residiam no lado ocidental da Bretanha, e habitavam as ilhas ao noroeste. Não há dúvida que alguns destes povos, que historicamente tocaram a Islândia, Groenlândia e norte da Rússia, poderiam ter alcançado o Novo Mundo, e seus mitos sugerem que o tenham feito! Como os modernos japoneses, os antigos nórdicos eram cuidadosos observadores da tecnologia alheia, e seus grandes barcos poderiam ter sido padronizados seguindo os modelos celtas. Quando sua terra tornou-se populosa, eles construíram barcos e emergiram como piratas do mar. Ao visitarem as Faeroes, Iceland e Greenland, esses nórdicos encontraram o povo céltico já em residência. Como seria de se esperar, esses sagrados eremitas reagiram, movendo-se em direção ao ocidente. Já haviam rumores de terras habitadas por homens brancos até mesmo entre os índios encontrados pelos nórdicos. Seriam, talvez, os remanescentes de Hy Breasil?

6.8 O conhecimento mais moderno do brasil

Sobre a palavra Brazil: "A primeira vez que esta palavra acha empregada, segundo Muratori, é no anno de 1128 n’um tractado entre os povos de Bolonha e Ferrara, no qual figura n’uma resenha de mercadorias a grana de Brazile. Parece que esta madeira vinha então das ilhas Malaias, e era um dos artigos do comércio do Mar Vermelho. Os tupis chamão a arvore Araboutan, e com lavadura da sua cinza sabem dar uma cor vermelha mui duravel".

"Segundo Muratori, em 1193 e 1316 apareceu notícia de uma droga que tingia os tecidos de encarnado, dando-se-lhe na Itália o nome de Brezil, Brecillis, Bracire, Brasilly, Brazilis e Brazili. O nome Brazil já era conhecido muito antes do descobrimento da América por Colombo, e as tarifas da alfândega de Ferrara compreendiam esta mercadoria em um de seus artigos".

A participação ampla dos fenícios no conhecimento das terras ocidentais explica a grande participação dos judeus nas grandes navegações. Desde o tempo de Salomão, as Casas de Hirã e do grande soberano judeu se uniu de tal forma que a construção do templo de Jerusalém foi feita por arquitetos e pedreiros fenícios, e as misteriosas viagens para descobrir ouro e madeiras para a construção do templo foram feitas conjuntamente. Este vasto conhecimento dos judeus sobre a ciência da navegação não passou desapercebido por alguns soberanos à época da Diáspora, especialmente D. Manoel. Em 1412 foi fundada a Escola de Sagres, primeira academia portuguesa de navegação. Portugal, à época, tornara-se o último reduto dos judeus na Europa. A proteção concedida pelos soberanos portugueses aos judeus visava declaradamente atrair os largos conhecimentos hebreus nas matemáticas, na geografia e na astronomia, para calcar os grandes desenvolvimentos levados a cabo nas pesquisas náuticas para lançar Portugal como potência mundial. "Assim, para a direção da Escola de Sagres, (...) foi escolhido um dos mais famosos cartógrafos do século XV, o judeu Jehuda Crescas, cuja missão especial era ensinar aos pilotos portugueses os fundamentos da navegação bem como a produção e o manejo de cartas e instrumentos náuticos. Mais tarde, outros judeus de renome científico prestaram sua colaboração à escola de Sagres, destacando-se os sábios José Vizinho, Mestre Rodrigo e, sobretudo, Abraham Zacuto, autor do ‘Almanaque Perpétuo de todos os Movimentos Celestes."

Em 1418 "Bartholomeu Perestrello, levado para o sudoeste por uma tempestade, descobre a terra a que dá o nome de Porto Santo, trazendo depois a boa nova desse acontecimento ao infante D. Henrique, que se exalta ante tão memorável sucesso. Em seguida outras terras são descobertas, e ao príncipe se deve o apoio dos empreendimentos". (Cândido Costa, As Duas Américas, p.69) Neste ano de 1418 o infante mudou sua residência para Sagres, para melhor acompanhar os desenvolvimentos referentes à navegação e a partida das expedições. Em Sagres encontravam-se os maiores doutos da época, sendo onde foi fundada a primeira escola náutica assim como o primeiro observatório.

Em 1439, "Hervas (T.1, p.109) faz menção d’um mappa da bibliotheca de S. Marcos em Veneza, feito em 1439 por André Blanco, no qual se indica na extremidade do Atlântico uma ilha com o nome de Ilha do Brazil; outra, chamada Ilha da Antilha; e uma terceira, na posição do Cabo de Sancto Agostinho, na Florida, com a extranha cognomenação de Isla de la mano de Satanaxio."

1445-1448 - "Está averiguado por uma carta de André Biancho, escrita em 1448, que a América foi descoberta pelos Portugueses entre os anos de 1445 a 1448, tempo em que o famoso infante D. Henrique estava todo entregue ao estudo da navegação e preocupado com os descobrimentos já feitos na costa africana. O já citado Sr. Yule Oldham assevera que na carta de Biancho estão indicadas as descobertas feitas pelos Portugueses, além das ilhas de Cabo Verde, havendo um tópico que diz: esta ilha está a 1500 milhas ao leste, referindo-se à América, sobre a qual em 1447 foi arrojado um navio português, como se vê nos Descobrimentos do Mundo, obra publicada por Galeano. Pelo que fica exposto, fácil é de explicar a existência de João Ramalho, Português, natural de Vianna, na capitania de S. Vicente (Brasil) desde 1490, dois anos antes de ter Colombo descoberto a América!" (Cândido Costa, As Duas Américas, pp.69-70, citado em A. Franco, op.cit., pp. 414-415)

O conhecimento das terras do Brasil por Salomão e por Hiram, conforme a explanação feita por Cândido Costa, é difícil de ser refutada. A manutenção desta antiga tradição, milenar e sem pátria, pertencendo à própria humanidade, fez com que se desse à América a antiga denominação do mítico grego Merope, e ao Brasil a antiga denominação nórdico/céltica de Hy-Brasil, referente às terras do gigante roncador. Esta denominação de Brasil, que supostamente deveu-se à madeira que deu origem à tinta vermelha, já era utilizada para designar a tintura vermelha comercializada em Ferrara no século XII (vide 1128 d.C.), e era muito conhecida antes das Grandes Navegações. Embora os verdadeiros autores destas antigas denominações sempre tenham se mantido em segredo, sua intenção de creditar a descoberta destas antigas e conhecidas terras à tradição antiga e não à dominação católica foi muito clara. Não foi por outro motivo que, tão logo foi possível, o nome das terras descobertas por Cabral mudaram de Ilha de Vera Cruz e Terra de Santa Cruz para o antigo nome de Brasil.

A palavra Brazil não é irlandesa, mas está bastante ligada com os termos fenícios.

Antigamente como também nos dias atuais, as regiões foram nomeadas de acordo com os depósitos de metais lá encontrados. Assim Núbia é a palavra egípcia para ouro; Hatus, a capital da Hittita, significa Cidade Prateada; Chipre é a palavra antiga para cobre, e Brasil, como nós mostramos, era a Terra do Ferro.

Há três relações com possível significação.

A Primeira, a associação entre o Brasil e ferro pode retornar ao Gênese 4:22: "Zillah (a esposa de Lamech) teve o filho Tubal-Caim; ele era o forjador de todos os instrumentos de bronze e ferro".

Em muitas sociedades a criança é filho da mãe, não do pai. Assim Tubal-Caim também era conhecido como BarZillah. A palavra para ferro em ambos, Hebreu e Sumério, poderia ser uma relação ao filho de Zillah.

A seguinte observação confirma a anterior.

Em 1882 um estudante pensou que aquele Barzil que quer dizer ferro em hebreu tem sua origem de "Bar", a palavra para filho no idioma Caldeu antigo, no hebreu atual utiliza-se o termo "Ben". Enquanto a segunda sílaba "zil" significa despejar, e também contribui para uma palavra indicativa de calor violento.

Segunda, os estudantes notaram as ligações muito antigas entre as palavras derivadas de Tubal-Caim com o ferreiro ou artífice do ferro.

Na antiguidade uma tribo associada com trabalho em metal era conhecida como os "Tibareni" (uma forma modificada da palavra Tubal). Em uma aldeia no Oriente-Médio era notado que as faíscas que saíam do ferro foram chamadas de "tubal".

Ilustração 2 – Tubals faíscas que saem do ferro

Há também uma correlação entre tubal, como as faíscas que saem do ferro, quando se passa o esmeril, com o rastro de um cometa ou meteorito que cai do céu.

O deus romano do Tiber (que também pode significar Tubal-Caim) era Vulcan cuja forja é o vulcão.

Vulcan está primeiramente associado com fogo e com trabalhos no metal.

Curiosamente, era dito que o Vulcan era um aleijado jogado fora de céu pelo seu pai Júpiter como castigo por tomar o lado da sua mãe em uma disputa. {uma estranha conexão com o livro de Gênese, porque lá há uma razão para acreditar que Tubal-Caim é o jovem em quem o pai dele, Lamech, se vingou, como contado em Gênese 4:23}

"Disse Lameque a suas mulheres: Ada e Zillah ouvi a minha voz; escutai, mulheres de Lameque, as minhas palavras; pois matei um homem por me ferir, e um jovem por me pisar."

Terceira, há o fato interessante que a última parte do nome, Tubal-Caim, é a palavra hebréia para ferreiro.

Outro modo de soletrar o Caim é o Ken. O Ken é uma forma da palavra hebréia para uma lança de cobre, e os Kenitas eram umas tribos de ferreiros vagantes, os quais faziam Instrumentos de metal.

Desta forma nós recuperamos três caminhos lingüísticos relacionados a Tubal-Caim, o primeiro ferreiro, ao país Brasil, um dos nomes mais antigos de um lugar do mundo, o qual pode ter sido bem conhecido por antigos navegantes. (fenícios talvez)

A estirpe de Caim e Tubal-Caim terminou com o dilúvio, mas nós podemos deduzir que aquele Noé e os seus filhos colecionaram a tecnologia do mundo Pré-Diluviano, inclusive a metalurgia, e então ensinaram-na aos seus descendentes na era Pós-Diluviana. (mesmo porque, para construir a arca necessitavam de ferramentas, pregos, parafusos, etc.).

O exemplo acima ilustra o tipo de tentativas lingüísticas feitas procurando o que foi o passado.

O fato, não documentado, de que os cavaleiros templários, na época das cruzadas, tiveram acesso ao conhecimento dos povos orientais, para uma época de barbarismos europeus, tiveram o conhecimento de que em uma "ilha além-mar" continha um grande meteorito de ferro, suponho que talvez, através de mapas das rotas fenícias, estivesse indicado o "Brasil" como terra aonde retiravam as piritas de ferro para compor a liga do aço de wootz, que foi perdido por volta dos anos 1200 E.V. também coincidindo com a retirada dos templários do oriente.

Ao retornar a Europa iniciou-se a casada aos templários, onde somente Portugal, Espanha e Inglaterra deram hospedagem a estes guerreiros, na forma de divisão eclesiástica. Como em Portugal, criou-se a ORDEM DE CRISTO e a ORDEM DA SANTA CRUZ. (ver livro A ordem de cristo e o Brasil de Tito Lívio Ferreira).

Estas ordens por sua vez, responsáveis pela administração das primeiras escolas "faculdades" tinham por sua responsabilidade a Escola Naval de Sagres. Onde se supõe que os mapas dos fenícios foram parar.

Assim patrocinados por Don Sebastião e do cardeal Rei Don Henrique, e sabendo das descobertas das índias ocidentais por Colombo, foi dado a Ordem de Santa Cruz o direito e posse das terras "além-mar".

No inicio o Brasil chamou-se "terra de Santa Cruz" como referencia ao direito de posse da ordem.

A adequação do nome Brasil foi imposta pelos próprios membros sucessores da ordem, pois eles sabiam que o direito de conhecimento destas terras pertencia aos extintos "fenícios" e "sumérios". (de qualquer forma não mais reclamariam o direito de posse). Mas foi a forma que estes descendentes dos conhecimentos templários, encontraram para perpetuar o sentido original do nome que foi dado a "ilha do meteorito de ferro".

Não como dito no conto da carochinha que nos foi dado nos estudos primários que a origem é do pau-brasil...

Desta forma vos digo:

Sou Tubal-Caim, filho de Zillah, BarZillah, BarZilleiro, Brasileiro, forjador (como o que molda o aço da mesma forma que moldamos nossas esperanças e ideais) com muito orgulho.

 

7 Antiga canção Inglesa - O velho Tubal-Caim

Há uma canção que os ingleses cantam para suas crianças e jovens dando um alerta ao que era Tubal-Caim como força de trabalho e o que pode acontecer, em um momento de distração, o fato de poder arruinar sua vida. É uma alegoria a morte da "motivação á vida" com relação figurativa a destruição de Tubal, Lameque e suas esposas.

 

OLD TUBAL CAIM

VELHO TUBAL-CAIM

   

Old Tubal Caim was a man of might,

Velho Tubal-Caim era um homem potente,

In the days when the earth was young,

Nos dias quando jovem era a terra,

By the fierce red light, of the forge so bright,

Pela feroz luz vermelha, da forja tão luzente,

Heavy strokes on his anvil rung.

Golpes pesados na sela da bigorna.

   

Chorus:

Coro:

Hurrah, hurrah for Tubal Caim, that mighty man of old:

Hurrah, hurrah para Tubal-Caim o velho homem poderoso:

Hurrah, hurrah for sword and spear, he made for warriors bold.

Hurrah, hurrah para espada e a lança, por ele forjadas para bravos guerreiros

   

(Repeat)

(Refrão)

Up-lifted high was his brawny hand,

Para o alto era erguida a sua mão musculosa,

And the glow of the flames was clear,

E o brilho das chamas era claro,

And the sparks rushed out in a scarlet glow,

E as faíscas espirravam em um brilho escarlate,

As he worked on the sword and spear.

Era como ele forjava a espada e a lança.

Chorus:

Coro:

{Begin page}

{inicio}

And he sang hurrah for my handy work,

Eles cantavam hurrah para o meu trabalho,

Hurrah for the spear and sword;

Hurrah para a lança e a espada;

Hurrah for the hand that shall wield them well,

Hurrah para as mãos que podiam as brandir bem,

For be shall be king and lord.

Para que o rei e senhor posa imperar.

Chorus:

Coro:

   

WHERE IS YOUR BOY TONIGHT?

ONDE SEU MENINO ESTÁ HOJE À NOITE?

Life is teeming with evil snares,

Vida abunda com as armadilhas do mal,

The gates of sin are wide

Os portões de pecado são vastos